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Mon, 4th Jun — 6,148 notes
Existem coisas piores que estar sozinho, mas geralmente leva décadas para entender isso e quase sempre quando você entende é tarde demais. E não há nada pior que tarde demais.
— Charles Bukowski. (via m-i-l-o-n-g-a)
(Source: eles-dizem)
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Mon, 4th Jun — 8,998 notes
Homem de verdade borra batom, não rímel.
— Chorão (via leis-denewton)
(Source: almaviajaante)
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Sun, 3rd Jun — 392 notes
- Você tá linda.
- Não começa.
- Por que não gosta quando eu te elogio?
- Não é que eu não goste, sei lá, eu fico sem graça.
- E vermelha. – disse ele apertando as minhas bochechas mesmo sabendo que eu odeio. – E linda.
- Você é impossível sabia?
- E tá ainda mais linda com a minha camisa, coisa de filme romântico você não acha?
- Corrigindo… coisa de filme clichê, chove do nada, a mocinha não tão mocinha vai pra casa do mocinho não tão mocinho pra se secar, ele oferece uma camisa seca pra ela não se resfriar e blá blá blá, mas estamos contrariando um pouco a história, porque a mocinha aqui já está gripadíssima.
- Merece cuidados redobrados então…
- Defina cuidados redobrados.
- Acho que a mocinha e o mocinho deveriam ficar bem quentinhos debaixo das cobertas. – ele disse com o sorriso mais lerdo do mundo.
- Isso envolve algum tipo de abuso?
Ele riu tanto que me contagiou. Puxou a coberta da cama, se deitou e estendeu o braço pra mim.
- Ta com medo de mim?
- Claro que não.
- Então vem, não vou tentar nada, juro.
Fui para o lado dele, me deitei e cobri nós dois. Ele me puxou pra mais perto, escondi meu rosto no seu pescoço, ele tinha um cheiro bom.
- Impressão minha ou você ta cheirando meu pescoço?
- Não pode? – disse sorrindo.
- Claro que pode, hoje é sábado, dia de banho, esqueceu? To cheiroso.
- Você parece comigo. – disse rindo.
- Por quê? Você também só banha sábado?
- Não, você é idiota.
- É… obrigado?
Nós dois ficamos em silencio por alguns minutos e voltei a esconder meu rosto em seu pescoço.
- Olha, eu sei que prometi não tentar nada, mas fica meio difícil com você cheirando meu pescoço sem parar.
- Talvez eu queira que você tente algo.
- Talvez eu queira tentar algo desde a primeira vez em que te vi.
Então seus lábios encontraram os meus, a pose de durona desapareceu. Era um beijo calmo, envolvente, delicado e gentil, como se ele estivesse com medo de me quebrar ou algo assim.
- Talvez eu goste mesmo de você.
- Talvez eu não deixe você ir embora hoje.
- Talvez meu pai venha aqui com a polícia e te obrigue a fazer isso.
Rimos juntos e houve um longo silencio como se nós dois estivéssemos pensando como seria dali por diante.
- Deixa eu cuidar de você?
Ele me abraçou e beijou minha testa. Eu sabia quais poderiam ser as conseqüências da minha resposta e onde ela poderia me levar, que estaria sujeita a sofrer outra vez e me decepcionar novamente mas não valia a pena deixar de viver por isso, estaria sujeita a isso a vida inteira, todos estamos, então o beijei nos lábios e com um sorriso todo bobo respondi.
- Deixo.
- Não começa.
- Por que não gosta quando eu te elogio?
- Não é que eu não goste, sei lá, eu fico sem graça.
- E vermelha. – disse ele apertando as minhas bochechas mesmo sabendo que eu odeio. – E linda.
- Você é impossível sabia?
- E tá ainda mais linda com a minha camisa, coisa de filme romântico você não acha?
- Corrigindo… coisa de filme clichê, chove do nada, a mocinha não tão mocinha vai pra casa do mocinho não tão mocinho pra se secar, ele oferece uma camisa seca pra ela não se resfriar e blá blá blá, mas estamos contrariando um pouco a história, porque a mocinha aqui já está gripadíssima.
- Merece cuidados redobrados então…
- Defina cuidados redobrados.
- Acho que a mocinha e o mocinho deveriam ficar bem quentinhos debaixo das cobertas. – ele disse com o sorriso mais lerdo do mundo.
- Isso envolve algum tipo de abuso?
Ele riu tanto que me contagiou. Puxou a coberta da cama, se deitou e estendeu o braço pra mim.
- Ta com medo de mim?
- Claro que não.
- Então vem, não vou tentar nada, juro.
Fui para o lado dele, me deitei e cobri nós dois. Ele me puxou pra mais perto, escondi meu rosto no seu pescoço, ele tinha um cheiro bom.
- Impressão minha ou você ta cheirando meu pescoço?
- Não pode? – disse sorrindo.
- Claro que pode, hoje é sábado, dia de banho, esqueceu? To cheiroso.
- Você parece comigo. – disse rindo.
- Por quê? Você também só banha sábado?
- Não, você é idiota.
- É… obrigado?
Nós dois ficamos em silencio por alguns minutos e voltei a esconder meu rosto em seu pescoço.
- Olha, eu sei que prometi não tentar nada, mas fica meio difícil com você cheirando meu pescoço sem parar.
- Talvez eu queira que você tente algo.
- Talvez eu queira tentar algo desde a primeira vez em que te vi.
Então seus lábios encontraram os meus, a pose de durona desapareceu. Era um beijo calmo, envolvente, delicado e gentil, como se ele estivesse com medo de me quebrar ou algo assim.
- Talvez eu goste mesmo de você.
- Talvez eu não deixe você ir embora hoje.
- Talvez meu pai venha aqui com a polícia e te obrigue a fazer isso.
Rimos juntos e houve um longo silencio como se nós dois estivéssemos pensando como seria dali por diante.
- Deixa eu cuidar de você?
Ele me abraçou e beijou minha testa. Eu sabia quais poderiam ser as conseqüências da minha resposta e onde ela poderia me levar, que estaria sujeita a sofrer outra vez e me decepcionar novamente mas não valia a pena deixar de viver por isso, estaria sujeita a isso a vida inteira, todos estamos, então o beijei nos lábios e com um sorriso todo bobo respondi.
- Deixo.
— Bruna M. (via invernosentimental)
(Source: mabele)